Metodologia para o gerenciamento dos riscos psicossociais nas empresas
A metodologia está ancorada na utilização de duas ferramentas, que são o EDPC (Estrutura Desejável de Percepção do Cargo) que tem como finalidade construir de maneira consciente quais são as atribuições comportamentais adequadas ao desempenho de uma determinada função e consequentemente entender o que pode ou não ser atribuído ao profissional na discrição do cargo, proporcionando o primeiro indicador de possíveis riscos psicossociais
A outra ferramenta, o APRI (Analise de Percepção e Reação Individual) que tem como finalidade identificar uma parte da estrutura comportamental de um indivíduo construída na primeira infância e consolidada no início da adolescência.
Outra informação que o APRI proporciona é de estabelecer o grau de compatibilidade entre a estrutura de percepção do líder com a estrutura de percepção cada um dos seus liderados. Essa informação é crucial, pois, se o líder não tem este conhecimento, existe a possibilidade da sua comunicação e sua maneira de motivar os seus liderados pode ser assertivo com alguns e ter ruídos com os outros, podendo também gerar possíveis riscos psicossociaisores
Com a consolidação dessas informações com quem a produziu é possível identificar se a condição, ATENÇÃO ou MUITA ATENÇÃO é de fonte “SOCIO FAMILIAR ou LABORAL”. Essa consolidação de informações devidamente registradas e autorizadas pelo profissional, torna-se um registro documental, assim como, cria a condição de nortear as ações no sentido de eliminar ou mitigar possíveis riscos psicossociais. Se a condição for “SOCIO FAMILIAR” a empresa poderá desenvolver ação junto ao indivíduo no sentido de evitar que a condição identificada reflita no ambiente laboral ou que a empresa seja responsabilizada por potencializar a condição psicossocial.
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